sábado, 8 de janeiro de 2011

Apagando fogo e encarando os bichos

Seo Confúcio foi ao João Paulo II. Não gostou do que viu, meteu a boca na tuba e partiu pro pau. Primeiro decretou estado de calamidade pública, depois foi a Brasília chorou as pitangas e saiu com um Hospital de Campanha novinho mas, antres disso se reuniu com os prefeitos e deu seu recado sobre a "Grand Prix das Ambulâncias": Quem não correr ganha prêmio em dinheiro. É tipo corrida de marcha ré. 
Aí no meio  fogaréu entrou o Corpo de Bombeiros. Ou seja, no sentido mais literal, o governo vai apagar o fogo. 
Cá pra nós e que ninguém nos ouça, a administração anterior tá queimada na foto.
Como a idéia do "homi" é atacar saúde, educação e segurança, pelo andar da mula véia vai pintar muito incêndio pelaí. Pelo menos três é divera. 
E na porta do Cine Zé de Nana já tem o cartaz do próximo filme: 



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Plantando governo

Enquanto vai vendo, aprendendo e fazendo, o governador Confúcio arranjou um tempinho pra plantar mogno pelaí. Boa idéia. Não sei como a "tchurma" não mandou ele plantar batata. É que o homem tá desagradando a gregos e troianos. Já reduziu CDS, secretaria e até agora aquele garangau que caia na conta da galera ainda não apareceu e pelo jeito se aparecer vai ser num modelo diferente. Cá do meu canto, dei uma espiada numa foto  na hora que o homem táva pegado na enxada plantando o mogno. Pode olhar direito: é melhor o doutor usar caneta e bisturi pois com enxada... É que  mexer com enxada não é coisa difícil não. O que atrapalha mesmo é o cabo. 

E como sempre, é um só a trabalhar pra vinte comer.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Seu Lunga...Esse é dos meus!

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Joaquim Rodrigues dos Santos (Caririaçu, 18 de agosto de 1927), mais conhecido como Seu Lunga, é um comerciante que se tornou conhecido no Brasil por seu temperamento forte.
 
Teve sete irmãos e viveu sua infância “no meio dos matos”, afastado da cidade. O apelido lhe acompanha desde esta época, quando uma vizinha de sua família, que ele só identifica como preta velha, começou a lhe chamar de Calunga, que virou Lunga e pegou. Começou a trabalhar na roça aos oito anos de idade, e admira a criação rígida que teve de seu pai, o que marca um aspecto psicossocial do homem Lunga.
 
Aos 16 anos mudou-se para Juazeiro do Norte, passando a ser ourives por dois anos.. Depois começou a comercializar no Mercado Público da cidade e a trabalhar no comércio com sua loja de sucata.
 
Casado em 1951, teve treze filhos, que, apesar da pouca instrução, conseguiu manter-lhes pelo menos com a educação básica. A pouca instrução de “Lunga”, por outro lado, não o impediu de candidatar-se a vereador da cidade de Juazeiro em 1988, eleição que não ganhou.
 
Alguns de seus “causos” (não sei quais são apócrifos ou não):

 
Seu Lunga pede a seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta:
- No copo, Seu Lunga?
- Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!
 
No banco:
- Seu Lunga, a promissória venceu.
- Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória..
 
Numa agropecuária.
-Tem veneno pra rato?
-Tem! Vai levar? - Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!! 
 
No elevador alguém pergunta:
- Sobe?
- Não, esse elevador anda de lado.
 
Saindo da farmácia:
- Tá doente, Seu Lunga?
- Quer dizer que seu fosse saindo do cemitério, eu tava morto???
 
Na rua:
- Olá, seu Lunga! Tá sumido! Por onde tem andado?
- Pelo chão, não aprendi a voar ainda…
 
Num bar: 
- Traz uma cerveja e bota o disco de Luiz Gonzaga pra eu ouvir!
- Desculpe seu Lunga, não posso botar música hoje…
- Mas por que??
- Meu avô morreu!
- E ele levou os discos, foi?
 
Na madrugada, a mulher do seu Lunga passa mal:
- Lunga! Ta me dando uma coisa..
- Receba!
- Mas é uma coisa ruim!
- Então devolva!!
 
Ao telefone:
- Alô!
- Bom dia! Mas quem está falando?
- Você! (e desliga)

Mo mercado com uma caixa de ovos:
-Comprando ovos Seu Lunga?
- Não! (e jogando um por um no chão) É traque de massa!!!

Seu Lunga, quando jovem, se apresentou à marinha para a entrevista:
Você sabe nadar? Pergunta o oficial.
-Sei não senhor.
-Mas se não sabe nadar, como é que quer servir à marinha?
-Quer dizer que se eu fosse pra aeronáutica, tinha que saber voar?

No ônibus:
 - Esse ônibus vai para a praia?
- Pode até ir, se você arranjar um biquíni que dê nele!

Vendendo um relógio:
Pode tomar banho com esse relógio, seu Lunga?
- O senhor quer um relógio ou um sabonete?

Seu Lunga viaja de ônibus e a poltrona ao seu lado está vazia.
Numa parada do percurso uma senhora entra no ônibus e chegando perto de seu Lunga pergunta: - Senhor! Nessa cadeira tem alguém sentado?
Seu Lunga olha para o lado e resmunga: - Se tiver eu tô cego!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Leseira na ponta dos dedos

Tava lembrando aqui que a Marta Rocha perdeu o título de Miss Universo porque tinha duas polegadas a mais no quadril. Aí passou Lula e Dilma dando adeus na TV e me ocorreu um pensamento: o Brasil de vez em quando tem um tipo de problema digital. Perde a Marta por execesso de polegadas e ganha o Brasil uma presidenta que tem três falanges a mais que o antecessor. Quer dizer, Dilma vai poder tocar o governo na ponta dos dedos e sem reclamar. Lula com nove foi um sucesso, que dirá Dilma com os dez... 

Pura leseira gente. É a ressaca braba, falta de assunto ou o mais certo: é pura falta do que fazer.

Enfaixados

Não gosto nem um pouco dessa história de faixa. O povo escolhe e pronto. Pra que faixa veio? Só serve pra dar problema. De qualquer forma, gostando ou não, estão aí as faixas.

Nesta primeira foto, Confúcio Moura com a faixa no peito e a esposa ao lado:


Nesta segunda foto, apesar de não ser possível identificar direito, supõe-se que seja o ex-governador e, de imediato estaria explicada a razão do seu não comparecimento à solenidade de passar a faixa do governo. 



Em ambos os casos, estão os dois devidamente enfaixados. Mas, fica uma pergunta: intrigante e muito séria, pois foi muito rápido: 
Alguém aí anotou a placa do ônibus escolar que fez esse estrago?